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O Processo de Limitação do Ensino
Especial (ou não tão especial assim) vida de universitário. É isso que chamamos de ensino "superior". O ensino público (assim como todo orgão público) passa por um processo de terceirização. A pesquisa está veiculada aos interesses da iniciativa privada. O tripé "ensino, pesquisa e extensão" inexiste, afinal extensão é uma lenda nas faculdades públicas. Não bastasse isso, o "companheiro" Lula segue o seu lamentoso projeto da reforma universitária, que criará dez vezes menos vagas no ensino particular do que criaria em universidades federais, com o mesmo investimento. No entando, o seguinte texto trata de uma questão de maior relevância do que as já citadas: a alienação do aluno perante um campo de conhecimento tão vasto de ensino, sofrendo um processo de limitação.

Desenho do camarada Dorfo para o jornal da Biologia-UNICAMP "BoCABerta", que se tornou símbolo do ENEB-2005 (Encontro Nacional dos Estudantes de Biologia). Da caixinha de surpresas do vestibular para a esteira do ensino superior. Primeiro são retiradas as cabeças, a capacidade de dissernimento. A seguir, segue o processo que os torna engrenagens para servir a maquiaria do sistema, legitimanto a estrutura limitante (e limitada) da universidade.
É fato que as empresas hoje estão muito mais preocupadas com a produção do que com a humanização do trabalho. Os trabalhadores (sejam eles autônomos ou não) são obrigados a seguir as leis do mercado, de lucro a qualquer custo, mesmo que para isso tenham que sacrificar os próprios princípios (ou abdicar dos antigos para adotar novos). Este fato justifica o modo como o ensino está estruturado, de forma a construir uma mão-de-obra cada vez mais especializada, limitada aos conceitos fundamentais para desempenhar sua função.
O caso não se limita somente ao ensino superior. Na verdade, trata-se de um processo continuo: desde o ensino fundamental, o estudo não privilegia a assimilação de conteúdos, mas sim o cumprimento de metas pré-estabelecidas a médio ou longo prazo, como simplesmente tirar boas notas nas provas ou passar de ano, fatos estes que não refletem um devido aprendizado. Mais tarde, no ensino médio, temos um novo foco de atenção: o vestibular, onde anos de “estudo” serão avaliados em algumas poucas horas. E então nós, já acostumados ao estudo para o cumprimento de objetivos previamente traçados, aceitamos passivamente o modo como o conhecimento nos é imposto, sem contestação ou reivindicações, no máximo frustrados ao ver que nada mudou neste estágio de ensino dito “superior”. Os conceitos são vistos, em sua maioria, isoladamente, sem qualquer co-relação com outras áreas de estudo ou aplicação prática direta. O aluno (a=sem, luno=luz) não é instigado a pensar, permanecendo na penumbra de seu já limitado mundo.
Com o fim da graduação, nada mais somos além de mais uma engrenagem na maquinaria do sistema (aproveitando a metáfora do Dorfo no BoCABerta n° 3), ajudando na formação de outros como nós (diretamente, como professores), ou mesmo atuando como mão-de-obra especializada, portanto rentável, em empresas e fábricas. O modo como profissionais são formados na universidade nada mais é do que conseqüência da atuação deste profissional no mercado, portanto reflexo de nossas próprias atitudes. A limitação de nossa formação no ensino superior justifica a mecanização do trabalho, que por sua vez justifica a desumanização deste. Antes de sermos seres limitados e agentes limitantes, deveríamos nos preocupar com a formação de nós mesmos como profissionais íntegros, não subservientes às leis arcaicas sob as quais nossa sociedade está estruturada.
“O desenvolvimento da capacidade geral de pensamento e livre-arbítrio sempre deveria se colocado em primeiro lugar, e não a aquisição de conhecimento especializado. Se uma pessoa domina o fundamental no seu campo de estudo e aprendeu a pensar e a trabalhar livremente, ela certamente encontrará o seu caminho e será mais capaz de adaptar-se ao progresso e às mudanças". (Albert Einstein)
Escrito por Legionário_86 às 15h18
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(In)feliz Dia dos Namorados...

Na Europa e nos Estados Unidos, o Dia dos Namorados é comemorado no dia 14 de feverreiro, e é conhecido como "Valentine's Day". Como muitas outras datas comemorativas católicas, sua origem está na Roma Antiga, nas festas pagãs de Lupercália, que aconteciam em meados de fevereiro. O festival era dedicado a Lupercus (protetor dos rebanhos e pastores) e Juno (deusa do amor). Em 496 d.C., as comemorações da Lupercália foram incorporadas às tradições cristãs e celebradas no dia 14 de fevereiro, em memória de São Valentim, padre romano morto em 270 d.C.. O Papa Gelasius declarou esta data como o "Valentine's Day" em 498 d.C.. No século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como o dia da união dos namorados. Um século depois, a data foi adotada nos Estados Unidos. Canadenses, mexicanos e australianos também mantêm a tradição: no dia 14 de fevereiro os casais participam de missas e trocam presentes, pedindo proteção e felicidade ao santo. Mas, ao contrário da versão brasileira do dia de São Valentim, o nosso Dia dos Namorados, é comum nos países europeus as pessoas presentearem não somente seus namorados(as), mas aqueles que gostam, como mães, pais, irmãos, amigos. Na Itália, as pessoas fazem um grande banquete no dia 14 de fevereiro. Na Inglaterra, as crianças cantam canções a recebem doces e balas de frutas de seus pais. E na Dinamarca, as pessoas mandam flores prensadas umas às outras, chamadas "flocos de neve".
No Brasil, apesar de ser comemorado às vésperas do dia de Santo Antônio, o famoso santo casamenteiro, tudo começou com uma campanha realizada em 1949 pelo publicitário João Dória - na época na Agência Standard Propaganda - sob encomenda da extinta loja Clipper. Para melhorar as vendas de junho, então o mês mais fraco para o comércio, e com o apoio da confederação de Comércio de São Paulo, instituiu-se a data com o slogan: "Não é só de beijos que se prova o amor". A Standard ganhou o título de agência do ano e a moda pegou, para a alegria dos comerciantes. No Valentine's Day as pessoas dão basicamente cartões a seus amigos, à pessoas queridas. É uma forma de expressar "eu gosto de você" para as pessoas que você ama, sejam amigos, irmãos, quem você quiser. E a uma pessoa em especial, pode-se enviar um cartão dizendo "be my Valentine", ou seja, declarando seu amor, pedindo a pessoa pra namorar. É uma data romântica. É uma data esperada com ansiedade: "será que eu me declaro para ele(a)? Será que ele(a) vai se declarar?" Em nosso país, diferentemente do "Valentine's Day", o dia dos namorados é uma data comercial e deprimente. Tal distorção acontece também em outras datas, como o Natal, o Dia das Mães ou dos Pais, que acabam por tornarem-se produtos do mercado. Este sabe explorar com maestria o fato de poder tirar lucro às custas de sentimentos de solidariedade (?) e compaixão (?) consolidados nestas datas. No entando, diferentemente destas datas, o dia dos namorados é dedicado apenas àqueles que já possuem alguém. Acaba por se tornar uma data lúgubre para quem não possui namorado(a), pois rememora o fato de que a pessoa está só, não é amada. E mesmo para quem está acompanhado, esta data acaba por se transformar em uma obrigação de gastar e consumir, comprar um presente, ir jantar fora... (correndo o risco ainda do par se desapontar ao ganhar "apenas" um cartão). Não existe, de fato, uma data especial para mostrar que se gosta de alguém. Existem sim atitudes alternativas frente aos modismos impostos pela sociedade. Sobretudo, existem formas menos excludentes e deprimentes de se comemorar uma data que, tradicionalmente, simboliza mais do que a troca de presentes entre namorados.
Escrito por Legionário_86 às 16h19
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República de Marginalizados

Um fantasma ronda o país. Ele surgiu como revolta dos oprimidos, mas hoje resume-se na acumulação de poder através de meios de opressão diversos. Cidadãos livres são prisioneiros dos próprios medos. Os direitos inalienáveis foram extintos. Não há respeito pelas liberdades individuais de seres rebaixados ao espetáculo do primeiro mundo. Respeitável público, somos a piada do hemisfério norte: estamos sob o comando dos marginalizados. Não, não me refiro ao crime organizado. Falo sobre as autoridades governamentais. Estes sim estão à margem dos acontecimentos. São os verdadeiros marginalizados. Não é de se espantar a falta de credibilidade da população no governo. Fomos alimentados pelo clichê de que "brasileiro não gosta de política" a ponto de acreditar que existe política. No entanto, nada somos além de protótipo de democracia. Simples sucessão de direita e esquerda. A mesma demagogia barata de sempre. Todavia, o mais frustrante é saber que a voz do povo é a voz da oposição. Dias após as eleições, eis que esta coloca toda uma nação contra o próprio representante que acabara de escolher. Não há sucessão de governos: repete-se sempre o mesmo espetáculo, onde a mídia da oposição induz a revolta contra ao atual governo, demonstrando toda a confiança que possui no povo através da iconoclastia da pátria. Deste modo, somos condicionados a simplesmente ser contra, não importa o por quê. Lá está um governo para governar por nós. Eleger já é uma obrigação, o povo não quer assumir outras responsabilidades. Afinal, lá está uma oposição para criticar por nós. Apenas sente e aproveite o espetáculo. Enquanto submissos às idéias pré-fabricadas, o futuro parece ser tão obscuro quanto o presente. Contudo, o brasileiro não é um povo pacífico. É o que eles querem que você pense. A inconformação é o primeiro passo para desmascarar a nossa ditadura em pele de democracia. Do contrário, sob o comando de autoridades marginalizadas, somos também marginalizados. A falta de credibilidade no governo é justificável, desde que não baseada em conceitos alienados. Antes de tudo, é preciso que cada cidadão confie em si mesmo.
Escrito por Legionário_86 às 14h49
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Epílogo (Ilusão)
Apenas um desenho e um poema que escrevi certa vez...

Epílogo (Ilusão)
O livro de nossas vidas ainda em branco Ainda brando o sentimento em mim latente Em minha mente ainda ecoa o seu canto Em meu pranto a dor que tu não sentes
Anjo, por que mentes? Sabes o espírito fraco que tenho Torna o meu peito de mágoas cheio Sufoca o restante de uma alma carente
Anjo, foste a única flor da minha vida mas sua essência há muito fora perdida Resta apenas em meu coração doente
Quisera eu ver os campos floridos de outrora mas o que resta agora são apenas cinzas de uma alma que a todo instante chora e desvanece com o desenvolver dos dias
A primavera foi embora e o que resta agora além de pétalas feitas em cinzas?
És mulher mas ainda és criança e a aliança que em ti depositei resta apenas na lembrança de tempos que nunca tive nem nunca terei
Cessa a poesia, cessa a canção Eis o destino que me proponho: vieste como um sonho foste como uma ilusão
(Mas ainda me pergunto se tudo não passou de ilusão...)
Escrito por Legionário_86 às 19h35
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Casamento: O Fino Gelo

O romance Romeu e Julieta é, talvez, o maior clássico sobre a temática do amor, sendo este platônico e, portanto, utópico, pelos protagonistas serem filhos de famílias rivais. No entanto, a magia desta história deve-se, em parte, ao fato de a morte tê-los poupado do inevitável fim da paixão. Estudos científicos indicam um aumento vertiginoso do que os especeliatas chamam de monogamias sucessivas: relações conjugais intensas, porém não duradouras. Segundo estes estudos, isto se deve (não integralmente) ao fato de a paixão ser um estado em que o indivíduo está sob o efeito de entorpecentes criados pelo próprio organismo (anfetaminas e endorfinas), responsáveis pela sensação de bem estar quando se está apaixonado. Todavia, com o passar do tempo, o corpo tende a se acostumar a essas substâncias. Em muitos casos, isso implica o fim do casamento. Não obstante este fato, é preciso avaliar os aspectos sócio-culturais vigentes. Primeiramente, deve-se considerar a intensa propaganda do cinema e da TV, propalando (ou melhor, vendendo) a mentira de casamentos perfeitos e cônjugues felizes para sempre (os chamados fenômenos de massa). Deixados levar por essa ilusão, passamos a superestimar o casamento de forma que a união não resista às primeiras intrigas, quando estas, se superadas, deveriam fortalecer o relacionamento. Não deixemos de considerar os avanços liberais no âmbito social, sobretudo ao se tratar dos direitos conquistados pelas mulheres nos últimos anos. Estas, mais independentes, sentem-se à vontade para romper com casamentos desajustados, fato que, em outros tempos, culminaria numa situação de conformidade. É necessário frisar também a cultura adolescente do "ficar", que constrói o caminho para uma relação imatura e irresponsável como o próprio ato, como o próprio adolescente. Perante todas as mudanças, o casamento não deve mais ser considerado um compromisso cultural, mas sim um contrato de risco onde consta, na última cláusula, que não havendo comum acordo entre as partes, ele deve ser suspenso por meio do divórcio. Caso contrário, a relação pode cair no conformismo. Paradoxalmente às estatísticas no campo científico e social, observa-se que as pessoas se sentem, no âmago da alma, cada vez mais carentes, necessitando de afeto e companheirismo cada vez mais raros, bases de um sólido relacionamento. Entretanto , ao patinar no fino gelo de um relacionameto conjugal, não se surpreenda se uma rachadura surgir sob seus pés. O desafio maior não está em entender os enigmas de um casamento, mas sim em superá-los.
Escrito por Legionário_86 às 22h07
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Mídia e Segregação da Mulher

Puxadas pelos cabelos na pré história. Rebaixadas à uma função somente reprodutiva na Grécia Antiga (não mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas...). Queimadas como bruxas na Idade Média. Submetidas a horas de trabalho abusivas no contexto da Revolução Industrial. As mulheres passaram por opressões diversas ao longo da história, o que as levaram a lutar pelos seus direitos. Hoje, não obstante as conquistas obtidas, nossa sociedade ainda é regida por um sistema machista. Pior, verifica-se uma certa conformidade e até aceitação da atual condição de subordinação das mulheres, não raras vezes por elas próprias. Percebemos isto através da análise dos meios de mídia destinados ao público feminino. Primeiro, as revistas. Tanto as voltadas para o público adulto quanto para as jovens. Outro dia eu estava folheando um revista Nova (que por sinal, não era tão nova assim) enquanto aguardava a consulta do dentista. Fora algumas páginas destinadas a receitas de culinária, a revista, quase por completa, se ocupava com moda de inclinação erótica e dicas de sexo com até (pasmem vocês) posições do Kama Sutra no fim do material. Ora, o que significa tudo isso: Uma consolidação do valor de mulher subserviente aos homens, com função meramente sexual ou simplesmente de dona de casa. O que dizer então do material destinado às adolescentes? Capricho, Todateen e similares. "Jovem, eis uma revista que fala a sua língua". Eis uma revista que fala por você... As revistas chegam ao cúmulo de se colocarem no patamar de "melhor amiga" (papel pintado, minha melhor amiga...). Dicas de como conquistar "aquele gato". Dicas de moda. Tudo destinado à conquista do público masculino (o pior é que nós caímos nestes pseudo-encantos). "E neste mês, um pôster do Felipe Dylon". Quem se importa se ele é apenas um "músico de estúdio" e toca meia dúzia de acordes no violão? Um deus midiático criado para tirar o dinheiro de adolescentes fêmeas sedentas por ignorância. Total subserviência ao homem!!! E os anos de lutas por direitos iguais? É assim que as mulheres foram recompensadas, adquirindo liberdade para tomar escolhas predestinadas? O que dizer então da mídia televisiva? Nem mesmo as crianças escapam! Os programas infantis induzem menininhas a serem adolescentes precoces, treinadas para serem loiras, alegres e... burras como as apresentadoras dos mesmos. Nos comerciais, é lançado todo tipo de lixo para cumprir este objetivo: tamanquinhos (calçado nada ortopédico, mas transforma crianças em mocinhas, ao menos ideologicamente). Bonecas (afinal, é melhor treinar desde cedo para assumir a função de parir e educar a prole). Forninho que faz comidinha de verdade (pois você será uma mulherzinha que cozinhará para o seu maridinho quando tiver sua própria cazinha...). E os garotos, brincam com o quê? Carrinhos e bonequinhos saradões em uniformes de soldado (não é isso o que as mulheres querem?). A própria família faz pressões quanto a educação sexista. Pergunatam à garotinha de 7 anos se ela já arrumou um namoradinho na nova escola. Na minha geração, os pais compravam a roupinha da Carla Perez e incentivavam suas filhas a rebolarem (aliás, programas infantis são os meios que sustentam grupos de axé. Tentam aliviar a imagem destes, direcionando-os ao nível infantil. Mas o apelo erótico é evidente nas letras e na dança. Grande piada! Neste muno animal, até jacaré é comediante - vide programa "Turma do Didi"). Que tal a cultura sexista propalada nas novelas? As personagens mulheres "só pensam naquilo" tanto quanto homens (e por que o José Mayer é sempre o galã das novelas das oito???). O que estamos fazendo com nossas mulheres? Seres encantadores, sensíveis... transformados em homens? Servindo aos homens? Mulheres machistas, criadas como máquinas pela mídia televisiva. Elas dizem tanto gostar de homens sensíveis, mas não seriam as primeiras a acusá-los de "frescos"? Ou de fato preferem o tradicional "machão cafageste", mas não adimitem isso? É revoltante, mas o que fazer contra o poder magnético que a TV exerce sobre as pessoas? Voltando às telenovelas... A personagem principal é o tipo de mulher que sofre a trama toda mas, misteriosamente, tudo dá certo no final. Pergunto: tudo simplesmente dá certo no final, ou os finais felizes seriam um tipo de ideologia conformista? Não seriam os vilões os verdadeiros protagonistas da vida real(ou não seriamos, de fato, todos vilões?).
E certos programas destinados ao público feminino que dizem ser "mais você", o que eles mostram? Receitas! E outros dizem ter o "melhor da tarde", o que é exibido? Fofocas sobre a vida dos famosos e sobre as novelas! E durante o intervalo destes mesmos programas, o que é anunciado? Produtos de limpeza! A perpetuação da imagem de mulher dona do lar e fofoqueira (e, de fato, esta influência acaba por tornar algumas mulheres assim), induzida diretamente a você, e o que você pensa? Em "quem matou Lineu?" Sinceramente, nossas mulheres merecem muito mais do que isto. No entanto, elas próprias acabam por submeter-se à massacrante maioria dos homens que se sentem muito confortáveis com esta situação. Ou então são manipuladas por idéias feministas, aceitando pacificamente a imagem que a mídia lhe atribui e, pior, julgando esta imagem como inerente às mulheres e, portanto, ideal e superior. Os direitos de luta femininos há muito foram conquistados. Falta a atitude e coragem para usufruir deles.
Escrito por Legionário_86 às 18h02
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